

Cada caso precisa ser analisado individualmente.
Entre em contato e conheça seus direitos:
Quando existe prescrição médica de um tratamento e o Plano de Saúde nega, limita a quantidade ou dificulta de alguma forma o acesso a ele, é possível questionar essa resposta do Convênio.
Não se trata de discutir valor de mensalidade, reajuste do Plano, ou erros em atendimentos médicos.
Nosso foco é te ajudar a obter os tratamentos que o Plano de Saúde negou ao seu filho autista.




As justificativas mais comuns são classificar o procedimento como fora da cobertura, alegar carência, limitar o número de sessões previstas no contrato ou questionar o laudo. Nem toda negativa está correta, e cada caso depende da análise do contrato e da prescrição.
O primeiro passo é reunir o laudo, a prescrição e a negativa recebida, de preferência por escrito, para que seja possível avaliar o caso e entender os caminhos possíveis.
Depende do que está no contrato e do que a prescrição médica indica. Quando existe diferença entre a frequência prescrita e a frequência autorizada, é um ponto que pode ser analisado.
A ausência de profissional disponível na rede (a lista de conveniados indicada pelo plano) também é uma situação que pode ser analisada, considerando o que o contrato prevê para esses casos.
Não impede a análise do caso. Os comprovantes de pagamento particular são, inclusive, um dos documentos que ajudam a entender a situação com mais clareza.
Sim, é possível conversar mesmo que o processo de diagnóstico ainda não tenha sido concluído.

