Se você teve um pedido de tratamento para o seu filho autista negado, limitado ou dificultado pelo Plano de Saúde, procure um advogado e entenda o que pode ser feito.

Quando existe prescrição médica de um tratamento, existe a chance de reverter a negativa do Convênio e obter a cobertura com urgência.

Você passou por alguma dessas situações?

Cada caso precisa ser analisado individualmente.

Entre em contato e conheça seus direitos:

O médico prescreveu e o Plano de Saúde negou?

Quando existe prescrição médica de um tratamento e o Plano de Saúde nega, limita a quantidade ou dificulta de alguma forma o acesso a ele, é possível questionar essa resposta do Convênio.

Não se trata de discutir valor de mensalidade, reajuste do Plano, ou erros em atendimentos médicos.

Nosso foco é te ajudar a obter os tratamentos que o Plano de Saúde negou ao seu filho autista.

Este atendimento é para você se:

Este atendimento não é para você se:

Como funciona a análise do seu caso

Análise do que já aconteceu no seu caso.

Leitura do contrato do Plano de Saúde e da negativa recebida.

Verificação do que já foi solicitado ao plano até agora.

Encaminhamento pelo caminho mais adequado ao seu caso, dentro ou fora da justiça, conforme o que for mais eficiente para a situação.

Acompanhamento do andamento até a definição do caso.

O que reunir antes de conversar

Escritório Ivan Gutjahr

Conheça nossos diferenciais:

Nenhuma família precisa enfrentar essa situação sem amparo legal. Existe um caminho para garantir seus direitos, e o primeiro passo é buscar orientação jurídica.

FAQ

1 - Por que o Plano de Saúde pode estar negando o tratamento indicado pelo médico?

As justificativas mais comuns são classificar o procedimento como fora da cobertura, alegar carência, limitar o número de sessões previstas no contrato ou questionar o laudo. Nem toda negativa está correta, e cada caso depende da análise do contrato e da prescrição.

O primeiro passo é reunir o laudo, a prescrição e a negativa recebida, de preferência por escrito, para que seja possível avaliar o caso e entender os caminhos possíveis.

Depende do que está no contrato e do que a prescrição médica indica. Quando existe diferença entre a frequência prescrita e a frequência autorizada, é um ponto que pode ser analisado.

A ausência de profissional disponível na rede (a lista de conveniados indicada pelo plano) também é uma situação que pode ser analisada, considerando o que o contrato prevê para esses casos.

Não impede a análise do caso. Os comprovantes de pagamento particular são, inclusive, um dos documentos que ajudam a entender a situação com mais clareza.

Sim, é possível conversar mesmo que o processo de diagnóstico ainda não tenha sido concluído.

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